Beata Bárbara Maix

Chegou ao Brasil com suas companheiras para servir aos mais pobres e assim se imolou, fazendo-se tudo para todos e deixando o mais belo exemplo de perdão, como Cristo na cruz!...


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31/03/2004 - 02:32 - Verdadeiros santos do Brasil

*São Roque Gonzales e companheiros (inicial)
*Conheça mais: Biografias e História do Martírio
*Veja onde obter mais informações: Bibliografia, informações e links.
*Conheça também Cacique Adauto

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Verdadeiros Santos do Brasil

É hora de esclarecermos uma questão...

Quantos santos canonizados o Brasil têm? Todos sabem que são só dois, Santa Paulina e Santo Antônio Galvão, certo?

Errado. A maioria dos brasileiros, e mesmo muitos padres, ignora a existência de outros três santos canonizados, do Brasil. Desde 1988 o Brasil tem três santos jesuítas, martirizados em solo do Rio Grande do Sul, há muito tempo venerados como santos Rio-Grandenses (gaúchos!): São Roque Gonzales de Santa Cruz, Santo Afonso Rodrigues e São João de Castilho.

Quando "descobrimos" isso ao fazer as pesquisas para esse site, sentimos alegria e indignação ao mesmo tempo. Alegria pelo fato em si, pela vida desses nossos irmãos tão queridos e colocados por Deus para ficarem muito próximos de todos nós brasileiros. Indignação simplesmente porque é um absurdo o que faz a propaganda, ou melhor, a falta dela! À Madre Paulina foi feita justiça, graças a Deus, pois hoje todo o Brasil sabe que temos uma santa, tão humilhada em vida e agora tão exaltada por Deus. Mas ela não foi a primeira santa do Brasil (somente a primeira santa mulher): esses nossos santos amigos, mártires do Rio Grande do Sul, foram deixados de lado...Não por Deus, certamente.

Conhecê-los foi uma grande alegria, e é impossível não se apaixonar por eles! Sua dedicação, sacrifício contínuo em meio a tantas dificuldades, fome, frio, falta de tudo para quem antes vivia no conforto, perigos por todo lado e finalmente o martírio! Já eram mártires antes, pela vida de caridade e abnegação que levavam. Dedicaram-se totalmente aos seus fiéis índios. Seu exemplo e caridade são contagiantes: Pe. João de Castilho, enquanto já era agredido brutalmente pelos seus algozes, dizia "Filhos meus, que é isso?" Filhos meus! Quando disseram que iam matar todos os outros missionários respondeu: "Então conduzi-me para lá e matai-me em sua companhia". Sabia muito bem o que estava acontecendo...Deus os preparou para esse dia.

Que eles são santos do Brasil ninguém pode duvidar, pois isso se baseia nos mesmos critérios que dizem que Santa Paulina é brasileira, ou então Pe. Anchieta, Pe. Eustáquio, etc., todos nascidos em outros países. Aqui trabalharam ou aqui morreram? Sim! Então são considerados santos brasileiros.

Santos ignorados

Alguns pensam que esses três santos são santos do Paraguai, porque o Papa canonizou-os em 1988, em Assunção, capital do Paraguai. Não são conhecidos no Brasil (ou ao menos além do Rio Grande do Sul), e não foi falado deles entre nós em 1988, quando foram canonizados. Por ocasião da canonização de Madre Paulina foi falado continuamente na mídia que ela era a primeira santa brasileira (não referindo-se a santo do sexo feminino, mas a um canonizado em si, genericamente)... Enfim, Madre Paulina seria a única canonizada.

Mas não é bem assim. E nós custamos a acreditar...

Realmente do Brasil

Os santos trabalhavam na Região Missioneira, que na época tinha reduções ("aldeias") em regiões relativamente próximas desde o sul, sudeste do Paraguai, nordeste da Argentina, até o noroeste do Rio Grande do Sul. Em 1626, Pe. Roque, jesuíta e paraguaio de nascimento, começou as fundações na margem esquerda do Rio Uruguai, e aí deu-se o martírio, dois anos depois, em 1628, onde também morreram Pe. Afonso Rodrigues e Pe. João de Castilho, espanhóis.

Essa região, hoje solo gaúcho, estava sob domínio da coroa espanhola. Mesmo a coroa portuguesa e suas colônias, ou seja, todo o Brasil, desde 1580, por não ter outro descendente legítimo, foi herdada pelo Rei Filipe II, da Espanha, parente mais próximo do finado rei português. Assim permaneceria até 1640, ano em que os portugueses se rebelaram e proclamaram novo rei. Esse período foi o de maior crescimento do território brasileiro, já que podíamos crescer para o lado ocidental sem receio de invadir terras que pertenciam ao Rei espanhol, soberano de ambos os lados da linha de Tordesilhas.

Ora, pela tradição universal da Igreja, vale para o santo o lugar do martírio ou da morte. São Paulo Apóstolo estava preso em Roma quando foi martirizado, e lá ficaram suas relíquias, até hoje. Ninguém foi reclamá-las em Roma. Santo Antônio estava de passagem por Pádua quando morreu. Lá ficaram suas relíquias, e Pádua passou a fazer parte até do seu nome. Esses nossos três santos jesuítas não foram apenas martirizados em solo gaúcho, o que já seria um título de pertença ao Brasil, mas exerciam o seu apostolado aqui: são mais do Brasil, em certo sentido, que dos outros países da Região Missioneira, como Paraguai e Argentina. O povo gaúcho sempre os chamou de "Mártires Rio-Grandenses". Embora possamos considerá-los também como santos da região missioneira, incluindo nossos vizinhos, seria absurdo excluí-los do nosso país.

Venerados como nossos santos

Esses três mártires sempre foram mais venerados no sul do Brasil, no Rio Grande do Sul, do que nos países vizinhos, Argentina e Paraguai, e isso de forma decisiva. Segundo a fama de santidade, eram mais considerados como santos brasileiros do que como santos de outras regiões. Lembremos o que significa a fama de santidade para as questões que envolvem uma causa de canonização, e veremos que isso que acabamos de afirmar é da maior importância.

Correspondendo aos anseios do povo e seguindo o critério da fama de santidade, religiosos e bispos gaúchos levaram em frente a causa, ou seja: aqui viveram, aqui morreram, aqui eram venerados e aqui foi encaminhado o processo. Realizado o processo até a Beatificação, essa foi celebrada pelo Papa Pio XI, em Roma, em 1934. Desde então cresceu ainda mais a devoção a esses nossos santos, e a relíquia de São Roque percorreu inúmeras dioceses do sul, com grande veneração dos fiéis.

Historicamente os três mártires já foram chamados de "Mártires do Paraguai", pois para os primeiros historiadores jesuítas mais ligados ao contexto da região, sobretudo por serem de língua espanhola, essa denominação corresponderia mais ao que seria o "antigo" Paraguai, como um sinônimo da região Missioneira na época do martírio. Denominação que envolveria não só áreas do Paraguai atual, mas também o nordeste da Argentina e o Rio Grande do Sul. Já foram chamados também de "Mártires Platenses", o que corresponderia ao território de toda a região Missioneira, sul do Brasil inclusive, sem mencionar especificamente um dos países envolvidos. Mas sem dúvida, a denominação de "Mártires Rio-Grandenses" é a que mais corresponde à veneração popular aos Santos Mártires, enquanto fama de santidade em solo gaúcho. Esse era o sentir do povo da região, e o que determinou a abertura e prosseguimento do processo até a beatificação. Nesse sentido, mesmo que o processo tivesse sido iniciado em outro país, não alteraria em nada a questão; mas fica evidente que não foi à toa que o mesmo foi encaminhado pelo Brasil. Se não fosse a sua veneração popular pelo povo gaúcho (fama de santidade), talvez a causa de canonização desses nossos três mártires não teria ainda sido iniciada, não seriam nem beatos nem santos atualmente...

Somente mais recentemente, em 1978, quando se tratou de levar adiante o processo para a canonização dos três beatos, as Igrejas dos três países abraçaram em conjunto a causa (Brasil, Argentina e Paraguai). Em sinal de unidade, e por serem importantes para toda a região, concordaram em dar a eles o único título de "Mártires das Missões", livre de conotações políticas ou nacionalistas. Isso quer dizer: não seriam considerados exclusivamente do Brasil, o que poderia acontecer teoricamente. As Igrejas do Paraguai e da Argentina reconhecem a preeminência do Brasil na questão, psicologicamente evidenciada ainda mais pelo fato de o processo ter sido conduzido aqui. Mas a Igreja do Brasil, na pessoa de Dom Estanislau Kreutz, bispo de Santo Ângelo, sempre considerou nossos mártires como na realidade são, patrimônio comum a toda a Igreja presente na região Missioneira e um sinal de comunhão. A Igreja não está presa ou limitada a fronteiras, e não perde nada quando divide entre seus filhos as suas alegrias. pelo contrário, a alegria é muito maior!

Lembremos outro argumento muito importante:o Brasil é um dos quatro países herdeiros da antiga região missioneira; o que diz respeito à região missioneira diz respeito ao Brasil também, e se eles são santos da região missioneira, são santos do Brasil também.

Outro detalhe, não decisivo para esse ponto de vista, mas significativo: o que faltava para a canonização, um milagre aprovado, foi apresentado também justamente pelo Brasil, isto é, pela diocese de Santo Ângelo. Foi a comprovação da cura milagrosa de Maria Catarina Stein, ocorrida em 1940, coincidentemente nessa mesma diocese onde os mártires derramaram seu sangue, e uma das maiores promotoras da causa.

Aprovado o milagre pela Santa Sé, quando se tratou da cerimônia de canonização, não havia condições de se fazer no Brasil, isto é, no local do martírio, sem infra-estrutura para isso. Os paraguaios se adiantaram e conseguiram que fosse feito lá, sobretudo por causa da visita do Papa ao Paraguai. Havia também o argumento afetivo de que o Bem-aventurado Roque Gonzales era nascido em Assunção. Lembramos que o país de origem não é relevante para a questão; Santo Afonso e São João são nascidos na Espanha. A cerimônia teria sido feita no Brasil, sem dúvida alguma, se houvesse condições materiais para isso, da mesma forma como o Papa canonizou Edith Stein no campo de concentração no qual ela morreu. Com certeza, se isso houvesse acontecido, todos nós saberíamos que os Santos eram do Brasil. Pelo fato de não ter sido devidamente divulgado, o fato passou despercebido.

Considerar os legítimos primeiros habitantes da terra

Existe ainda um outro argumento contra o parecer de que eles não são santos do Brasil: são os habitantes da região na época dos mártires. Eram os índios guaranis, que estavam sendo catequizados nas reduções pelos nossos santos. Falavam o tupi, como aliás quase todo o Brasil na época, e era a língua usada pelos missionários obviamente. Esses cristãos continuaram habitando a região, eles e seus descendentes, independente do jogo de dominação imposto à força sobre o lugar. Considerado território espanhol, depois português e enfim, Brasil independente, não importa, os habitantes eram os mesmos, na mesma terra, apesar das décadas de absurda violência que a região conheceu com o tempo. As duas guerras guaraníticas não conseguiram dizimar todos os índios que habitavam a região, nem expulsá-los, com era o desejo de portugueses e espanhóis. Com o tempo, outros habitantes (como os imigrantes europeus) vieram fazer parte dessa grande família, mas sua descendência permaneceu na terra. Seus descendentes estão ligados à região, e hoje são chamados de brasileiros. Os santos que viveram entre eles, transmitiram a fé cristã aos seus antepassados e são por eles venerados, não são seus santos? Hoje essa região faz parte do Brasil e seus habitantes são chamados brasileiros. Os títulos de pertença ou dominação política podem ter mudado, mas houve uma continuidade: o povo cristão é o mesmo. Roque Gonzales e seus companheiros eram santos desse povo e continuam sendo. Esse povo é brasileiro: eles são santos do Brasil. Alguém ousaria tirar os santos desse povo?

Se eles não são santos dessa região, de qual região são então? Dizer que essa região não fazia parte do Brasil na época, e por isso, o que lá aconteceu não pode ser atribuído ao Brasil atual, é o mesmo que dizer que os habitantes seculares dessa terra não podem ser chamados hoje de brasileiros. Isso é absurdo! Inconscientemente estamos dizendo que os índios e seus descendentes que habitam essa região do Rio Grande do Sul não são legítimos brasileiros. Estamos perpetuando a mesma mentalidade que provocou as guerras guaraníticas, considerando a posse (arbitrária) da terra como critério, sem levar em conta o povo que nela habita.

Cacique Adauto

Outro fato muito significativo corrobora essa afirmação: Cacique Adauto. Esse índio nascido (provavelmente) em terras que hoje chamamos de Brasil, foi martirizado junto aos três santos e seu processo pode um dia ser iniciado. Ele não era brasileiro? Oficialmente não. Mas não importa o modo como o chamemos, ele continua sendo o habitante dessa região. No sentir comum do povo ele é brasileiro legítimo, como o eram os demais índios que aqui habitavam antes da chegada dos portugueses. Seus descendentes estão por aí, vivendo no Brasil; não podemos saber quem são, mas seus "genes" foram herdados por vários brasileiros, quem sabe quantos gaúchos...Pois bem , um dia quem sabe, terminado o seu processo de canonização, o nome de "Santo Adauto" poderá ser acrescentado ao nome dos três mártires sempre que eles forem lembrados. Haverá um "brasileiro nato" entre eles, se já não fosse suficiente os três Santos Mártires terem vivido e morrido no Brasil.

O título de Protomártires do Brasil

Se são do Brasil, e foram martirizados em 1628, são nossos protomártires, primeiros mártires. Porém, em março de 2000, quando os Mártires do Rio Grande do Norte (martirizados em 1645) foram beatificados, receberam esse título (Quem dá esse título é o Papa, conforme o que lhe é apresentado pela Congregação da Causa dos Santos. Essa por sua vez decide segundo o que é apresentado pelo Brasil, ou seja, por quem encaminhou os estudos a respeito).

Dar esse título a outros santos, é o mesmo que dizer que os Santos do Rio Grande do Sul não são do Brasil, o que não é verdade. Não se trata de disputar um título, pois isso para Deus não tem importância. Dom Estanislau enviou nessa ocasião um pedido de retificação à Congregação para as Causas dos Santos, mas até agora o pedido não foi atendido.

Alguns chegaram a dizer que a região do Rio Grande do Sul na época do martírio pertencia à coroa espanhola; mas o mesmo argumento serve para a região do martírio do Rio Grande do Norte: em 1645 essa região estava sob domínio holandês, e foram os calvinistas holandeses a martirizarem os nossos beatos.

Poderia se argumentar também que os do Sul não são nascidos no Brasil, e os do Norte são quase todos nascidos no país (27 de um total de 30 beatos; o número real de martirizados, porém, chega a 150!). Mas esse argumento está fora de lugar: não é a nacionalidade de origem que está em questão, mas o local onde morreram. Todos os 3 do sul e os 30 do norte estavam no Brasil. E também não estavam aqui simplesmente de passagem, o que já seria suficiente, mas todos também viviam nessas regiões. Além do mais, a causa do cacique Adauto relativisa ainda mais esse argumento, pois havia um "brasileiro" também entre os do sul.

Quanto a essa questão de pertença a outro país na época do martírio, é interessante lembrar que Santa Paulina é considerada santa italiana pelos italianos, mas na época do seu nascimento a região estava sob domínio austríaco. É verdade que a sua cidade era de uma região de dialeto italiano, mas localidades muito próximas a Trento são de dialetos alemães, e hoje pertencem a nação italiana; o Trentino faz parte da Itália mas tem um estatuto político diferente do resto do país. As considerações de lugar não podem ser usadas de forma rígida. Santa Teresa Benedita da Cruz, Edith Stein, se orgulhava de ser alemã, nascida em Breslaw, região alemã que hoje pertence à Polônia.

Resumindo

Com apenas duas perguntas, com respostas de SIM ou NÃO, podemos resumir essa questão:

1ª - A Igreja no Rio Grande do Sul os considera seus santos? SIM!

2ª - O Rio Grande do Sul faz parte do Brasil? SIM!

Então são santos do Brasil! Dizer NÃO a qualquer uma dessas duas perguntas não seria correto para nós como católicos ou brasileiros.

Quanto aos nossos três santos serem protomártires ou não, não se trata da disputa pelo uso de um primado, mas em reconhecer aos mártires do sul que eles são realmente do Brasil. Os argumentos são todos a favor, porque excluí-los?

A impressão que temos é que existe, mesmo que inconscientemente, um desejo de excluí-los, de não considerá-los como nossos. Não sei se isso se deve ao preconceito secular contra os países vizinhos; parece que não queremos ter coisas em comum. Ao que me parece os gaúchos não tem esse preconceito, e assim os aceitam com naturalidade. Se nossos santos Roque Gonzales, Afonso Rodrigues e João de Castilho são também venerados com carinho por paraguaios, argentinos e uruguaios, isso não diminui a sua veneração da nossa parte. Pode ser que nossos preconceitos e rivalidades estejam interferindo na nossa devoção aos santos. Em tempos de Mercosul, vale a pena diminuir as nossas prevenções históricas...Somos todos membros de uma única família divina. Se nossos primeiros santos são venerados também por nossos vizinhos, pode ser que Deus esteja querendo nos ensinar algo. Nesse sentido, o que Deus quis ensinar tinha realmente um motivo de ser, era uma necessidade. Eles são um sinal de comunhão. Somos todos irmãos.

Segundo Dom Estanislau, bispo da Diocese de Santo Ângelo, a diocese do martírio dos nossos santos, o tempo se encarregará de fazer ver essa realidade.

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*São Roque Gonzales e companheiros (inicial)
*Conheça mais: Biografias e História do Martírio
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*Conheça também Cacique Adauto

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